Vou errando pelos caminhos,
por essas vias,
a vida.
Andar, carece de vagar no passo.
Assim passo,
me perdendo... (Só pode ser este, o dito compasso!)
...E turbilhão!
Cá estou eu, de novo, no ponto de partida.
Rumar é andança,
Ê dancinha danada,
dança de errância.
Trilhos já dados não bastam!
Ruela bem asfaltada?
A de ó! Isso é coisa de beato!
Viver é desbravar mata fechada.
domingo, 11 de outubro de 2009
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