sábado, 1 de novembro de 2008

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_E que mão é esta que nos guia por tão derradeiro caminho?
_Aquilo que nos guia é sempre o acaso.
_ Nada mais?
_ E por quê algo mais deveria nos encaminhar pela vida? _ Houve silêncio e o jovem disse baixo:
_Tenho medo.
_ O único medo que deves ter, é de não fazer aquilo que lhe é necessário. A crueldade do acaso é a de deixar trasparente o oportuno. Mas não se engane meu jovem, pois é aí que há luta, e vida se faz sacrifício. _ Vendo um brilho nos olhos do rapaz o velho continuou.
_ A única luta que não se deve travar é com o coração humano. Eis a maior das fatalidades. Mora dentro de cada um algo incontrolável, indomável, supremo. Ás vezes é necessário se calar diante disso que chamam amor.

Em breve "O encontro" retorno aos romances de folhetim (quase folhetim)

2 comentários:

Malogro disse...

esse realmente é bonito!!

Rafael Simeão disse...

suzana... saudades!

cadê você?
dá um sinal de vida, vai... só por acaso...