quarta-feira, 16 de julho de 2008

Hölderlin... Hölderlin...


"Como errei pelas montanhas e pela costa marítima! Ah! quantas vezes, ali nas alturas de Tinos, sentei-me com o coração palpitante e avistei falcôes e grous, navios alegres e audaciosos desaparecerem, lá embaixo, no horizonte. Lá embaixo. Pensei, ali também haverias de peregrinar e senti-me como um enfermo ardendo em febre que se precipita no banho refrescante e versa sobre a fronte água espumante.

Ofegante torneia casa. Pensei, então, se pudesse acabar com esses anos de aprendizagem.

Jovem bom! Ainda é preciso atravessá-los."

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